Voleta de Beth Stockler

Minha foto
Rio de Janeiro, R.J, Brazil
Brasileira,advogada,escritora, jornalista,artista plástica. Escrevi meu primeiro livro "A VOLÚPIA DE VOLETA " em homenagem as mulheres de espírito livre. Acabei de escrever o livro "CHIQUINHA E EU - REINVENTANDO O PASSADO", o lançamento está previsto para inicio de 2010. "VOLETAR" para mim é assumir a alma de Voleta. Liberdade de ser interior, fidelidade a seus principios, amar-se sempre, viver apaixonadamente, ser intensa e ABSOLUTA ,independente de todas as contradições que trazemos dentro de nós mesmas. Voletar é ser Voleta... Leiam o livro, acho que vão gostar de encontrar a Voleta que existe em todas nós mulheres e é hora de assumi-la !!!!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Encontros com Ricardo Brito - Rádio Roquete Pinto

 Estive presente em mais um" Encontros" com Ricardo Brito...

 Uma turma "da pesada" de novos talentos...
 uma noite inesquecível, que muito me emocionou.


 PARABÉNS A TODOS !!!!!!!!





 Recomendo a visita ao blog: encontrosrb.blogspot



ENCONTROS - 05/ 09 / 2012 Ronaldo Breve, Helton Lopes, RB, Bethi Albano, Morana e Diego Dimadu

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Associação Internacional de Lusitanistas / AIL e Albertina Bertha Lafayette Stockler

" Avanços em Literatura e Cultura Brasileiras. -
                     Século XX. Vol.1"
   

                                 (Eds.)

                             Petar Pretov
                    Pedro Quintino de Sousa
               Roberto López-Iglésias Samartim
                        Elias J. Torres Feijó

                             
                                  AIL
                           Através editora


                             abril /2012


Livro no qual foi publicado: "O caso Albertina Bertha"
de autoria de  Anna Faedrich Martins
Doutoranda em Letras
Bolsista CNPq/PUCRS

.......................................................................................................


Nota do blog: Valeu Anninha !!!!!!!  Nosso carinho e agradecimento por esse
belo trabalho sobre a escritora Albertina Bertha; resgatando sua obra, seus feitos e sua
personalidade ricamente inquieta.

Agradecemos também aos Editores e a AIL
pelo reconhecimento e publicação.

LIVRARIA MUNDIAL - PELOTAS

O livro" Chiquinha & Eu - Reinventando o Passado"

 está a venda pelo site da Livraria Mundial - em Pelotas.

site: www.livraria mundial.com.br

email: lmundial@terra.com.br

Sílvia Meirelles Kaercher - na Feira de Livros, em Torres/RS

CONVITE !!!!!!

A querida Sílvia estará lançando o seu livro CAROLA, no próximo domingo,

dia 09 de setembro, na 12ª Feira de Livros, na cidade de Torres.

Uma tarde com palestra e autógrafos, imperdível !!!!

Horário: 15:30h


DEIXO REGISTRADO:

Adorei o livro !!!!!!!! Sílvia também foi em busca de seus antepassados,
e nesse romance conta a história de CAROLA, uma mulher inteligente,
culta, corajosa, arrojada, guerreira, que merece nossa admiração e respeito.
Uma saga de família, emocionante... Ressalvando que Carola era escritora,
jornalista e tradutora, no século XIX. O máximo !

Fico encantada com a fôrça dessas mulheres !!!!!!!!!!
Parabéns Sílvia !!!!!!

http://notempodoskosertiz.blogspot.com.br/

CAROLA - livro de autoria de Sílvia Meirelles Kaercher

"O livro Carola é um romance histórico que narra a vida de Carolina von Koseritz, filha de Carlos von Koseritz . Baseado em fatos reais, na tradição oral da família e em dois anos de pesquisa, é ambientado na romântica e idealista Porto Alegre, considerando o ambiente histórico, cultural e social de 1865 a 1922. Também são palco dessa história, Pelotas, Rio Grande, Rio Pardo e Rio de Janeiro.
Carlos von Koseritz, nascido na Alemanha, imigrou para o Brasil em 1851 e foi uma das maiores e mais fecundas mentes da cultura gaúcha e brasileira do século XIX, atuando como jornalista, escritor, advogado, professor e deputado liberal. A herança literária de Koseritz, abrangendo amplas e diversificadas áreas do conhecimento humano, é inigualável no século passado e ainda hoje admirável.
Em Carola, Carlos é apresentado na sua feição de pai e esposo dedicado, que faz todas as vontades das filhas. Apesar de abranger os aspectos profissionais, como o envolvimento com os muckers, a Maçonaria, os ideais abolicionistas, a exposição Brasileira-Allemã e, na política, principalmente o confronto com Assis Brasil e Júlio de Castilhos através da imprensa, a autora opta por apresentar Carlos pelos olhos de Carolina, sua filha, companheira inseparável e confidente.
Carolina von Koseritz foi uma mulher à frente do seu tempo e isso se deve muito à convivência com o pai. Nascida em 23 de outubro de 1865, em Porto Alegre, desde cedo teve sua aptidão literária estimulada, numa época em que poucas mulheres destacavam-se, a não ser por seus casamentos e filantropias. Falava, escrevia e traduzia várias línguas: alemão, inglês, francês, latim, espanhol.
Sua produção literária é admirável. Com treze anos ganhou seu primeiro concurso de poesias e passou a receber atenção privilegiada do pai, secretariando-o. Ainda na adolescência, traduziu e publicou vários contos dos clássicos alemães e ingleses. Ao lado do pai, engajou-se no movimento abolicionista, no desenvolvimento cultural da Província e na divulgação dos ideais germanistas.
A morte do pai deixa Carolina e suas irmãs na pobreza e abandono. Seguindo os preceitos da época, Zeferina, esposa de Carlos, resolve casar as filhas. A primeira é Carolina, que casa, contrariada, com o militar Rodolpho Brasil e não consegue adaptar-se à vida sem amor, tão diferente dos seus sonhos de juventude. A chegada de Mário de Sá, militar subalterno de Rodolpho, faz com que experimente o amor e o desejo. Apaixonada, abandona o marido e vai viver com Mário, escandalizando a sociedade da época e tornando-se a mais infeliz das mulheres.
Carola narra a história do grande jornalista que foi Carlos von Koseritz, vista pelos olhos da filha apaixonada, e segue, após a morte dele, transportando-nos, da atmosfera amorosa do lar paterno, às agruras da vida adulta, e principalmente, sobre o quanto sua morte precoce refletiu dolorosamente sobre o destino de toda a sua família.
Histórias paralelas, envolvendo as irmãs de Carolina, recheiam o livro de acontecimentos inusitados e dramáticos. Aparições de espíritos, assassinato, preconceito, traição, herança e mortes permeiam a vida das quatro irmãs. Um universo familiar, com alegrias e tragédias, encontros e desencontros, tão incomum quanto a vida de cada um de nós.

A autora: Sílvia Meirelles Käercher é professora e descendente de Carlos e Carolina von Koseritz. Apaixonada desde a adolescência pela vida e obra de Carolina, dedicou dois anos de estudos e pesquisas para escrever esse livro. Carola é seu primeiro livro".
(Sinopse)

SILVIA MEIRELLES KAERCHER

Email: silviamkaercher@yahoo.com.br

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

ENTRELINHAS - poesia

Ouço você com os sentidos
muito mais do que com os ouvidos
nem sempre tão alertas

Ouço você no olhar e
na timidez que vasa suave
por entre palavras

Ouço você quando esta calado
me observando a distância

Ouço você na memória afetiva
do que não me lembro ter existido,
mas que o faz tão antigo
na minha vida

Ouço você na entrelinhas
que um dia me ensinou a ler
e lhe conheço , um pouco mais,
no carinhoso toque de seus dedos.
                           
               ( BETH STOCKLER)
      

FERNANDO PESSOA / esse poema é para dever de casa, sei que é conhecido por todos...pois é eterno!!!

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos..
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.


Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."


                             (Fernando Pessoa)